Rio de Janeiro: conservas de peixe
Vibro com o sucesso das conservas de peixe espalhadas pelo Rio de Janeiro, mas me entristece notar que as únicas técnicas de conservação citadas, tanto por parte dos jornalistas quanto dos próprios chefs, têm inspiração japonesa ou nórdica.
Rio de Janeiro: ceviche, identidade carioca
As ondas gastronômicas ficam cada vez mais curtas, à medida em que a comida se globaliza, mas as do Rio de Janeiro costumam passear pelo mar.
Estado do Rio: ingredientes nativos esquecidos traduzem a riqueza da biodiversidade carioca
Grumixama, mangarito e sapucaia contam a história da gastronomia da cidade e a importância de valorizar frutas, sementes e tubérculos da Mata Atlântica.
Rio de Janeiro: canja, identidade carioca
Canja. Caldo, arroz, galinha. Prato simples, mas com temperos históricos, uma das poucas sopas que o Brasil manteve em seu cardápio, consumido avidamente, por ricos ou pobres, ao longo dos dois últimos séculos, apesar de todo o calor tropical.
Estado do Rio: uma breve história do vermute no Rio de Janeiro
Do importado, no século XIX, até os atuais rótulos artesanais
Rio de Janeiro: escabeche, identidade carioca
Desde a chegada da Côrte ao Brasil, ostras, lampreias, atuns, lagostas, salmão, sável e mexilhões de Aveiro eram importados em escabeche. O ‘sikbaj’, método de preservação em vinagre e especiarias herdado dos mouros, foi amplamente utilizado nos países ibéricos, também para peixes, e calhou de facil
Rio de Janeiro: a história gastronômica de Laranjeiras
Às vésperas da chegada da família real, o censo de 1793 nos conta que São Sebastião do Rio de Janeiro tinha 17 casas de pasto (as precursoras dos restaurantes), 40 “casas de café” e 344 tabernas, mas todas confinadas ao centro da cidade para dar de comer e beber aos viajantes, profissionais liberais
Rio de Janeiro: os vegetarianos do século XIX, no Rio de Janeiro
A dieta vegetariana do século XIX, no Rio de Janeiro, se inspirava no modelo inglês da Vegetarian Society e seus 3.000 sócios. Não pregava apenas “não matar animais”. Num artigo do Auxiliador da Indústria Nacional, de 1861, a “seita dos legumistas” implicava também em não juntar sal ou especiarias a
Estado do Rio: a história gastronômica da Serra do Rio de Janeiro
Em meados do século XIX, Nova Friburgo tornou-se importante exportadora de banha para a capital. Antes da geladeira, a banha era usada para conservar alimentos, de feijões e legumes a carnes. Em 1887, o Jornal do Commercio destaca os produtos da Fazenda Gavião, do Barão de Nova Friburgo, como “touci
Rio de Janeiro: a chegada do gelo no Rio de Janeiro
Durou mais de 6 semanas a viagem do Madagascar, navio que carregou 300 toneladas de gelo dos EUA até o Rio de Janeiro. A novidade vinha das águas do lago Potomac, perto de Boston, e daria à cidade o melhor presente de todos os tempos: um pouco de frio.