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Rio de Janeiro: Barra da Tijuca, o Sertão Carioca

Rio de Janeiro: Barra da Tijuca, o Sertão Carioca

O Rio de Janeiro, quem diria, teve um Sertão pra chamar de seu. Chamada de “Sertão Carioca” até o início do século passado, a região da Barra da Tijuca e arredores foi, por séculos, uma área isolada da cidade. O que era um grande território indígena, com a chegada dos portugueses, passou...

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Rio de Janeiro: frege moscas e o Rio do século XIX

Rio de Janeiro: frege moscas e o Rio do século XIX

O frege-moscas é uma espécie de avô do pé sujo, mas bem piorado, pois é de uma época em que o Rio de não tinha água encanada. O nome deste sujinho já dá uma dica de como funcionava: frege, vem de frigir, fritar. Ou seja, as moscas distraídas, que voavam por ali, sobre batatas e bifes, viravam...

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Rio de Janeiro: um general de Napoleão e seus vinhos de frutas

Rio de Janeiro: um general de Napoleão e seus vinhos de frutas

Retrato de Dirk van Hogendorp, com busto de Napoleão", de Christoph Suhr, 1813 (Imagem: Instituto Real de Língua, Geografia e Etnologia, Leiden) Quem olhasse para as encostas do Corcovado, em 1760, veria os 30 mil pés de café da fazenda do Conde de Hogendorp, antigo general de Napoleão....

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Rio de Janeiro: moinhos de Laranjeiras

Rio de Janeiro: moinhos de Laranjeiras

O mais antigo moinho de Laranjeiras foi instalado em meados de 1570 numa propriedade que pertenceu a duas mulheres: Marquesa Ferreira (viúva do primeiro ouvidor da cidade) e Maria Soares, a quem vendeu o lote, em 1610.

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Rio de Janeiro: a comida e Jacob do Bandolim

Rio de Janeiro: a comida e Jacob do Bandolim

Em 1918, nasce em Laranjeiras Jacob Pick Bittencourt, no futuro, ninguém menos do que o Jacob do Bandolim. Entre os seus sucessos, algumas referências ao paladar de sua época, como em “Flor de abacate”, de 1949, em “Pé de moleque”, de 1950, em “Doce de coco”, de 1951, em “Pimenta no salão”, de 1956.

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Rio de Janeiro: você sabe de onde vem o termo "panelinha"?

Rio de Janeiro: você sabe de onde vem o termo "panelinha"?

Em 1901, Machado de Assis organiza, em Laranjeiras, uma série de almoços e confraternizações que reuniriam uma seleção de intelectuais e acadêmicos. Ele mesmo batizou o grupo com o sugestivo nome de “Panelinha”, de duplo sentido, tanto pela refeição como pelo grupo off-Academia, com integrantes da r

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