➡️ Quem olhasse para as encostas do Corcovado, em 1760, veria a fazenda do Conde de Hogendorp, antigo general de Napoleão que, entre outras coisas, vivia de fazer vinhos de GRUMIXAMA, uma espécie de cereja nativa da Mata Atlântica.
➡️ O Cozinheiro Nacional, livro de culinária publicado no Brasil, em 1860, trazia 27 receitas com o MANGARITO, um tubérculo nativo e delicioso do Rio de Janeiro.
➡️ No seu livro “Viagem Pitoresca ao Brasil”, Debret descrevia as sementes de SAPUCAIA como “excelentes”. Eram tão populares entre nossos imigrantes ingleses, que foram exportadas e vendidas em Covent Garden, em Londres, com o nome de “castanhas de macaco”, como conta Henry Bates, em seu livro “O Naturalista do Rio Amazonas, de 1944”.
E daí?
Há alguns anos, um estudo da FAO (braço da ONU para Alimentação e Agricultura) levantou que 75% dos alimentos que comemos, hoje, vêm de apenas 12 espécies de plantas e cinco espécies de animais.
Nossa história comprova que, não faz tanto tempo, tudo era bem diferente.
O mundo do estômago é bem mais divertido quando a gente conhece a riqueza da biodiversidade alimentar que o Rio de Janeiro tem.
O Instituto Bazzar está aqui para ajudar a desvendar a cultura alimentar brasileira.
